quinta-feira, 13 de março de 2008

LIA DE ITAMARACÁ LANÇA SEU SEGUNDO ÁLBUM.


Você, certamente, já deve ter cantarolado esse refrão: ''Essa ciranda quem me deu foi Lia/que mora na Ilha/de Itamaracá.''
A canção estourou nos anos 60 e permanece rediviva não só em rodas de ciranda, como nas de samba, de frevo e de coco, à beira-mar, no recôndito dos sertões, nas praças em frente das igrejinhas, nas capitais de todo o País. Depois de entoar e repetir algumas vezes os versos, uma pergunta deve ter assolado o seu pensamento: ''Mas quem foi essa Lia?''
A cirandeira mais famosa do Brasil está acostumada com a associação de seu nome a alguma lenda, gerações passadas e até mesmo à morte. ''As pessoas tomam um susto quando me conhecem. Acham que Lia já morreu ou que eu sou a filha dela'', diverte-se a pernambucana. Seu nome se consagrou junto a ilha graças à compositora e cantora Teca Calazans, que colocou a letra, e ao célebre compositor potiguar Expedito Baracho, responsável pela música, que faria 100 anos em 2007 se estivesse vivo. Nascida Maria Madalena Correia do Nascimento, Lia - por diminutivo carinhoso, que de ''ia'', passou para ''ria'', logo transformando-se em ''Lia'' - já rodou boa parte do País e fez shows em Berlim e Paris.
Ela foi contemplada com o projeto Rumos do Itaú Cultural de 2003, considerada patrimônio vivo pela prefeitura do Recife em 2005 e seu centro cultural, Estrela de Lia, montado há quatro anos na praia de Jaguaribe, em Itamaracá, acabou de receber o primeiro recurso, no valor mensal de R$ 5 mil, por ter se transformado em um Ponto de Cultura, projeto do MinC. Nem por tudo isso, a cantora e compositora respeitada por toda a ilha deixou de trabalhar como merendeira da Escola Estadual Reunidas de Jaguaribe em troca de um salário mínimo, que é acrescido ao seu orçamento de R$ 750, valor da bolsa mensal que recebe por ter se tornado patrimônio vivo. ''Não daria para sobreviver só com as apresentações, não'', faz seu desabafo, em uníssono a todos os artistas populares brasileiros.
Faltam apenas cinco anos para Lia poder se aposentar por tempo de serviço. Se fosse pela idade, ela já estaria apta, mas falta-lhe tempo. Completou 64 anos no último dia 12 de janeiro, coincidentemente a mesma data de nascimento de Zabé da Loca, a senhorinha cheia de humor aí embaixo. Quando a rainha do ''pife'' tinha 20 anos, Lia estava nascendo. ''E é mesmo?'', pergunta a cirandeira. As duas se encontraram rapidamente, há alguns anos, uma única vez, durante o maior encontro de cultura popular de Pernambuco, a Festa da Lavadeira, que ocorre invariavelmente no 1º dia de maio, em Cabo de Santo Agostinho. ''São muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, não deu para eu falar com ela pessoalmente, não'', diz Lia.
Pelo fato de ter encontrado uma pessoa do bem (o produtor Beto Hees) algumas décadas antes que Zabé, Lia já se aventura em seu segundo álbum, enquanto a ''moleca'' de 84 anos acaba de se lançar no mercado da música com sua primeira compilação, Bom Todo. Ciranda de Ritmos, cujo lançamento se dá somente hoje no Sesc Pompéia, tem seis faixas inéditas de Bezerra do Sax, compositor recifense que já alcança, firme e forte, seus 93 anos. ''Lia e Bezerra se conhecem há 35 anos. Fazia uns 8 anos que o Bezerra não acompanhava Lia e ele andava compondo cada coisa linda... Achamos que agora era o momento dele voltar a trabalhar com Lia e ainda ter um retorno financeiro por isso'', diz Hees.
Confira aqui uma entrevista com lia na ilha de Itamaracá:

terça-feira, 11 de março de 2008

PAPA AUMENTA A LISTA DE PECADOS.

CHEGANDO OS NOVOS PECADOS.

Você joga lixo na rua?

Se joga e é católico, prepare-se para a confissão.

A Igreja chefiada pelo papa Bento XVI acaba de aumentar a lista dos pecados capitais, incluindo sete novos itens da era globalizada. Agora, além da gula, luxúria, avareza, ira, soberba, vaidade e preguiça, os cristãos devem pedir perdão por poluir o meio ambiente, realizar manipulações genéticas, fazer experimentos com humanos, consumir drogas, agravar a injustiça social, juntarriqueza em excesso e contribuir para o aumento da pobreza.

FONTE - http://www2.correioweb.com.br/cbonline/

segunda-feira, 10 de março de 2008

SEGUNDO PESQUISA, O HOMEM QUE AJUDA NOS AFAZERES DOMÉSTICO É UM ÓTIMO PARCEIRO NA CAMA.


Um estudo divulgado nos Estados Unidos revela que os homens que ajudam suas mulheres nos serviços domésticos fazem mais sexo. A informação é da agência de notícias Associated Press.

Relatório elaborado pelo Conselho sobre Famílias Modernas reuniu dados de diversas pesquisas e descobriu que os homens - pelo menos os americanos – aprenderam a lição e ajudam mais as esposas em casa. Um dos estudos mostra que a colaboração masculina nas tarefas caseiras dobrou nos últimos 40 anos.

Já um outro estudo mostra que no mesmo período os maridos triplicaram o tempo com os filhos. Essa ‘mudança de hábito’ é mais significativa entre as famílias onde o casal trabalha fora o dia todo.

Nas entrevistas, algumas mulheres chegam a afirmar que seus relacionamentos são completamente igualitários quando o assunto é cuidar do lar. “Nós dois sempre falamos sobre como temos sorte de ter encontrado alguém disposto a fazer mais do que é preciso”, contou à AP Mary Melchior, que trabalha na Organização Nacional para Mulheres dos EUA e que divide com o marido advogado a árdua tarefa de cuidar de seus filhos trigêmeos de três anos.“Ele faz o café e cuida da roupa suja. Eu conserto as coisas na casa”, diz ela.De acordo com o psicólogo Joshua Coleman, essa divisão justa das tarefas tem como resultado direto um casamento mais feliz e mais sexo.

Este fator poderia estar sendo levado em conta pelo marido ‘colaborador doméstico’.“Se o homem ajuda em casa, a mulher entende que ele realmente se preocupa com ela. "Ele não a trata como empregada”, diz Coleman. “Quando uma mulher está estressada porque a casa está uma bagunça e o homem fica sentado no sofá enquanto ela passa o aspirador de pó, ela não vai entrar no ‘clima’ ”

FONTE - http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=123143

domingo, 9 de março de 2008

OS 11 MAIORES DESMATADORES DO PAÍS, JUNTOS, ELES FORAM RESPONSÁVEIS PELA DERRUBADA DE 50,4 MIL HECTARES DE VEGETAÇÃO NA AMAZÔNIA.

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Publicado no Diário Oficial da União, uma instrução normativa do Ministério do Meio Ambiente deflagrou, sem alarde, o mais importante movimento realizado no Brasil para coibir o desmatamento ilegal.


A norma formalizou as regras para embargo de áreas desmatadas, especialmente nas regiões de floresta amazônica.
Para fazer valer a nova regra, o Ministério do Meio Ambiente preparou uma lista dos 150 maiores desmatadores do País.

Os 11 maiores desmatadores do país, juntos, eles foram responsáveis pela derrubada de 50,4 mil hectares de vegetação na Amazônia legal, área maior do que a ocupada por Porto Alegre. Todos serão responsabilizados mediante ações civis públicas e serão impedidos de utilizar as terras embargadas até que se conclua a recomposição natural das áreas degradadas.

A Instrução Normativa do Ministério do Meio Ambiente prevê, ainda, a produção de um mapa de todas as áreas embargadas, as chamadas “imagens georeferenciadas”, produzidas com o apoio de satélites e colocadas na internet para consulta pública, a partir da segunda quinzena de março.

Essa exposição tem como objetivo impedir que as terras detectadas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes (no caso de unidades de conservação) sejam colocadas à venda. Servirá, ainda, para rastrear criações de gado nas áreas mapeadas e, assim, impedir a venda desta carne – declarada ilegal, por essa razão – para frigoríficos.

A lista do Ministério do Meio Ambiente reúne, na verdade, as 150 maiores autuações do Ibama, único dado oficial existente para medir esse tipo de infração. São, portanto, os principais desmatadores oficialmente flagrados pelo governo.
Na liderança do ranking está a empresária e pecuarista Rosana Sorge Xavier. Em junho de 2007, ela recebeu três autos de infração do Ibama por conta das irregularidades na fazenda Campo Alegre, em Vila Bela da Santíssima Trindade (MT), próximo à divisa com a Bolívia.

O primeiro fixa uma multa de 47 milhões de reais pelo desmatamento de 9,4 mil hectares (quase o tamanho de Vitória, capital do Espírito Santo) na área de reserva legal. De acordo com o Código Florestal, os proprietários de terras na região amazônica são obrigados a preservar 80% da mata nativa, o que não teria sido respeitado.

O segundo procedimento administrativo, no valor de 970 mil reais, é por desmatar 3.230 hectares de floresta em área permitida, mas sem a autorização do Ibama. Por fim, a fazenda também foi autuada por desempenhar atividade potencialmente poluidora (a pecuária) sem licença ambiental. Para esta última infração, foi aplicada uma multa superior a 4,8 milhões de reais.

A família Sorge Xavier é uma das maiores exportadoras de carne do Brasil. É dona do frigorífico Quatro Marcos, com sete unidades no Mato Grosso e Goiás, um enorme centro de distribuição em São Paulo e mais de 6 mil funcionários, conforme anunciado no site oficial da empresa.

Todos os processos ainda tramitam nas esferas internas do Ibama. A advogada Rosemeri Mitsue Okazaki Tarezara, de Cuiabá, apresentou às autoridades ambientais mais de 200 páginas de defesa às acusações, em nome de Rosana.

Procurada, a advogada disse, porém, desconhecer a existência de qualquer auto de infração movido pelo órgão federal contra a sua cliente. “Estou sendo informada disso agora”. Também afirmou não estar autorizada a passar os contatos da pecuarista.


FONTE - CARTA CAPITAL


sábado, 8 de março de 2008

ALERTA: O BRASIL É CARENTE EM SERVIÇOS PARA REABILITAÇÃO E EDUCAÇÃO DE HOMENS QUE AGRIDEM MULHERES.


Previsto em lei, tratamento de saúde e educativo não é feito na rede pública.
Pesquisa inédita da Universidade Federal de Pernambuco e da Federal de Santa Catarina alerta para a carência no País de serviços para reabilitação e educação de homens que agridem mulheres, apesar de unidades com esse perfil estarem previstas na Lei Maria da Penha, que em 2006 considerou crime todas as formas de violência contra a mulher e instituiu uma rede de unidades de assistência.
Segundo o estudo, que abrange capitais e também outros países da América Latina, as iniciativas são restritas a trabalhos isolados de organizações não-governamentais (ONGs) e ainda não configuram uma política pública. Além disso, dados da primeira etapa da pesquisa indicam diferentes entendimentos por parte de profissionais do setor sobre como deverão funcionar os centros. "Não há experiências ainda com viés governamental. Os profissionais desconhecem que, na lei, é prevista a atenção aos homens, até porque talvez o texto não seja muito claro", afirma Benedito Medrado-Dantas, coordenador do estudo.
"A lei é o dispositivo jurídico,mas não é o suficiente. Não é só com punição que se resolve o problema da violência", completa. Segundo ele, ações desenvolvidas isoladamente têm mostrado bons resultados. A lei prevê, em seu artigo 35, a criação de unidades de reabilitação e educação para agressores. Para Medrado, são necessárias discussões para saber como os centros deverão funcionar.
O trabalho deverá ser finalizado até novembro e conta com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Campanha Laço Branco, uma cooperação entre ONGs brasileiras e canadenses que defendem o engajamento dos homens no enfrentamento da violência contra a mulher.
Apesar da ausência de pesquisas amplas, estudos feito no País apontam que até 20% das mulheres já sofreram algum tipo de violência doméstica, de acordo com dados da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. A secretaria informou que está acertada a criação dos primeiros centros, com recursos do Ministério da Justiça. "É uma demanda das próprias mulheres, até porque muitas procuram o fim da violência, mas não o fim da relação com o agressor", afirma a gerente de projetos da secretaria, Taís Cerqueira. Ela destaca que sempre houve polêmica, dentro do próprio movimento feminista, pelo temor de que medicalizem um problema social. "A idéia é que os centros sejam vinculados à Justiça, ao Ministério Público, para que não virem apenas espaço terapêutico, mas sim um local para trabalhar a educação sobre gênero e violência. A noção é de responsabilização e não só terapia", afirma.
Há ainda trabalhos em Recife, onde Medrado-Dantas foi um dos fundadores do Instituto Papai, fora outros estudos em pelo menos dois centros de São Paulo.
A abordagem usa psicoterapia cognitivo-comportamental, que fornece estratégias para evitar agressões, como saber a hora de sair do local do conflito para evitar o pior, além de discussões sobre a violência doméstica e punições previstas. Em estudo publicado , o grupo relatou o caso de Orlando (nome fictício), de 52 anos, que depois de 23 anos ao lado da mulher, e um histórico de agressões, deixou de agredir. Durante a terapia, ele fez o discurso de que "mulher gosta de apanhar", "dar uns tapas é uma forma de educar" - mas mudou. "Hoje eu sei que não vale a pena", afirmou. "Trabalhar com o agressor é responsabilizá-lo pela violência, manejar a raiva", afirma Ricardo Padovani, pesquisador do laboratório. "Não passamos a mão na cabeça."

VEJA AQUI:

Mulheres no trabalho e no casamento: veja os números Salário feminino equivale a cerca de 70% do recebido pelos homens e desemprego entre mulheres é mais alto. Veja os principais números da pesquisa divulgada pelo IBGE.

FONTE - http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080308/not_imp136827,0.php

quinta-feira, 6 de março de 2008

A DESIGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO DO GRANDE RECIFE AINDA É GRANDE.


No próximo sábado, dia 8, é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Mas as trabalhadoras do Grande Recife terão pouco o que comemorar.



O rendimento anual médio das mulheres no ano passado (R$ 555) continua bem abaixo do dos homens (R$ 755), sendo o equivalente a 73,5%. Além disso, as taxas de desemprego, de participação no mercado de trabalho da região e a camada da população feminina que ainda exerce atividades consideradas precárias sofreram tímidas melhoras na comparação entre 2007 e 2006, de acordo com a pesquisa A Mulher no Mercado de Trabalho da Região Metropolitana do Recife, realizada anualmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese).

“O Dia Internacional da Mulher será uma data para reflexão e não de comemoração. A relação de desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho do Grande Recife persiste”, argumentou o coordenador-geral da pesquisa, Jairo Santiago. Um exemplo é a taxa de desemprego feminina, que caiu menos que a masculina. A primeira partiu de 24,8% em 2006 para 23,1% em 2007, enquanto que a segunda caiu de 18,4% para 16,9%. Dessa forma, a maior parte dos desempregados do Grande Recife continua sendo mulheres (52,8%). E as ocupadas, em sua maioria, cerca de 47%, não tinham acesso a todos os direitos trabalhistas e de proteção social.

Os resultados são piores se for levado em conta que em todas as regiões do País, as mulheres têm maior tempo médio de estudo do que os homens. Santiago aponta mais um ponto negativo. O número de domicílios chefiados por mulheres aumentou de 26,8% em 1998 para 34,2% em 2007. “Por um lado há a ruptura dos padrões patriarcais, mas ao mesmo tempo, o aumento é negativo, pois as mulheres possuem empregos precários e ainda têm que fazer uma segunda jornada em casa, como chefe do lar”, justificou.


FONTE - http://jc.uol.com.br/jornal/2008/03/06/not_272589.php

quarta-feira, 5 de março de 2008

MULHER BOA É AQUELA QUE SABE COZINHAR, DIZ PESQUISA BRITÂNICA.



Saber cozinhar foi considerada uma das principais qualidades de uma boa esposa em uma pesquisa realizada com homens na Grã-Bretanha.


Apesar da importância da habilidade na cozinha, citada por 48% dos cerca de 2 mil entrevistados, apenas 9% se dizem impressionados por mulheres que sabem "assar bolos".

A pesquisa foi conduzida pelo instituto britânico ICM e encomendada pelo Daily Mail Ideal Home Show - um dos principais eventos sobre casa e decoração da Grã-Bretanha. A intenção era descobrir a preferência dos homens para tentar reescrever o Good Wife Guide (Manual da Boa Esposa, em tradução livre), publicado em 1955.
Apesar de saber cozinhar continuar sendo uma qualidade importante em uma "boa esposa", alguns dados levantados pela pesquisa revelam uma mudança no perfil desejado pelos homens nos últimos 50 anos.

Segundo o levantamento, 84% dos homens acreditam que as tarefas domésticas devem ser divididas entre os cônjuges e 69% admitem procurar esposas que tenham habilidade para gerenciar as finanças da casa.
Além disso, para 59% dos entrevistados, a principal qualidade de uma boa esposa é a igualdade, ou seja, levar uma vida semelhante à do parceiro em termos de sucesso profissional, qualidade de vida e objetivos na carreira e vida familiar.

A pesquisa revela ainda que 56% dos homens buscam uma esposa que permita que eles passem tempo com os amigos. Outras qualidades que entraram na lista das preferências masculinas estão manter uma alimentação saudável (27%) e gostar de beber (22%).

O que elas pensam

Além de tentar desvendar as preferências dos homens com relação às suas esposas, a pesquisa também procurou saber o que as mulheres acreditam que os homens procuram em uma parceira.
Os dados indicam que 24% das mulheres pensam que os homens querem uma esposa com bom conhecimento sobre esportes, como saber o nome de jogadores e entender regras dos jogos. No entanto, a pesquisa revelou que isso é importante para apenas 10% dos homens.

A maioria das mulheres entrevistadas - 72% - acreditam que os homens não gostam de andar pelas lojas para fazer compras, enquanto para 63% dos homens isso não é considerado como um problema.
Para a maioria deles, ser bagunçada é a pior característica, citada por 47% dos entrevistados.

Segundo Maxine Soghmanian, organizadora do evento, os resultados da pesquisa são interessantes.
"O Good Wife Guide de 1955 nos rendeu boas risadas, e descobrir o equivalente em 2008 foi bem interessante - é impressionante ver como nós mudamos desde que o manual foi escrito", disse.
O Good Wife Guide trazia dicas para as esposas da época. Entre elas, estavam algumas recomendações que soam antiquadas atualmente, como "amarre um laço na cabeça e aparente frescor", ou ainda "não reclame se ele chegar tarde para o jantar ou até mesmo se ele passar a noite fora de casa - considere isso como uma coisa menor comparado com o que ele teve que enfrentar durante o dia".

terça-feira, 4 de março de 2008

GAYS,LÉSBICAS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS AGORA TÊM DIREITO DE USAR SEU NOME SOCIAL NO SUS.

Gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais agora têm direito de usar seu nome social nos prontuários de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O direito é garantido pela Carta dos Usuários da Saúde do SUS.

Essa e outras mudanças, como a capacitação de profissionais da saúde sobre conteúdos a respeito desse grupo populacional, estão asseguradas no documento Saúde da População de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, elaborado pelo Ministério da Saúde, sob a coordenação do Departamento de Apoio à Gestão Participativa. O texto ficou pronto em fevereiro de 2008 e traz a posição política do Ministério sobre esse segmento, reconhecendo a discriminação como problema que justifica um olhar diferenciado do SUS sobre o grupo.

Esse mês será iniciada a etapa estadual da 1ª Conferencia Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, que deve contar com conferências em todos os estados do Brasil. A Conferência Nacional GLBTT, convocada e coordenada pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, terá sua etapa nacional de 9 a 11 de maio, em Brasília. Ao longo de todo esse processo a posição do Ministerio da Saúde será apresentada e debatida.

Segundo Ana Maria Costa, diretora do Departamento responsável pelo documento, a intenção é modificar a visão de que os problemas de saúde da população GLBTT se restringem apenas à Aids. “A saúde desta população é bem mais complexa. São freqüentes os problemas como a violência, a o consumo de drogas, o alcoolismo, a depressão, a discriminação e outras situações de saude decorrentes da exclusão social, agravadas pela dificuldade de se profissionalizar”, afirma. O apoio à população de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais é uma das políticas do ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

HISTÓRICO - Há duas décadas o ministério atende à população GLBTT. No início, o trabalho era voltado apenas para o enfrentamento da epidemia da Aids. Em agosto de 2007, porém, foi realizado o Seminário Nacional de Saúde da População GLBT na Construção do SUS, quando se discutiu a inclusão das demandas das lésbicas nas políticas de saúde da mulher.

Em novembro de 2007, a 13ª Conferência Nacional de Saúde promoveu debates sobre a inclusão das especificidades de orientação sexual e identidade de gênero na política nacional. Discutiu-se ainda a definição de normas não discriminatórias para doação de sangue desse grupo, garantia de direitos sexuais e reprodutivos desse segmento

segunda-feira, 3 de março de 2008

AS PESSOAS QUE DORMEM PROXIMAS AO TELEFONE CELULAR SOFREM MAIS DE DORES DE CABEÇA.




Um estudo realizado por pesquisadores americanos apontou que a radiação emitida pelo telefone celular pode afetar o sono.


O trabalho, realizado por especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, expôs 71 homens e mulheres com idades entre 18 e 45 anos à radiação do celular durante o sono. Os pesquisadores observaram que as fases iniciais do sono foram diretamente afetadas e que outras, importantes para a recuperação dos desgastes sofridos durante o dia, também foram atingidas pelas radiações.

A pesquisa ainda mostrou que as pessoas que dormem próximas ao telefone celular sofrem mais de dores de cabeça.

Audição

Estudos realizados anteriormente já tinham apontado outros malefícios do uso do celular. No ano passado, cientistas indianos mostraram que usar o aparelho mais de uma hora por dia pode causar danos à audição.

Na pesquisa, os especialistas analisaram cem pessoas que usaram seus celulares por mais de uma hora por dia durante quatro anos. Eles observaram que os participantes começaram a confundir sons de alta freqüência, como os de palavras que se iniciam com as letras s, f, t e z.

Além disso, pesquisadores israelenses acreditam que o uso do telefone celular por apenas cinco minutos diários já pode ser o suficiente para acelerar a divisão das células.

Os especialistas explicaram que a divisão celular é um processo que ocorre naturalmente quando há crescimento ou renovação dos tecidos, mas também pode provocar câncer.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

O POVO DIZ: POLÍTICOS BRASILEIROS SÃO CORRUPTOS E ENGANADORES.





Participantes do estudo acreditam que mesmo um político sendo honesto ele terá que se corromper para se adaptar ao sistema.


Pesquisa encomendada pela Justiça Eleitoral ao Instituto Nexus e à Cultura Data, revelou que há um consenso entre os eleitores brasileiros que participaram do estudo: os políticos são todos corruptos e não fazem nada pelo povo. Há uma percepção geral de que a classe política não trabalha em benefício da população e visa seus próprios interesses. Para os entrevistados, os políticos são enganadores - prometem muito durante a campanha e não fazem nada daquilo que prometeram - traem e abandonam o eleitor.

Sobre o sistema político brasileiro, a visão não é muito diferente. Os participantes do estudo acreditam que mesmo um político sendo honesto ele terá que se corromper para se adaptar ao sistema. Segundo a pesquisa, a mídia parece desempenhar papel preponderante na formação da noção de que "todos os políticos são corruptos".


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De acordo com a pesquisa, no Brasil, há dois tipos de eleitores: os otimistas, que acreditam no poder transformador do voto, e os céticos, descrentes, que percebem o voto como uma perda de tempo, que não muda a realidade. O levantamento, realizado nos últimos dias 25 e 26 de janeiro, foi aplicado em 12 grupos de sete a 10 pessoas nas cinco regiões do País e abrangeu todas as classes sociais, faixas etárias e de escolaridade.

A pesquisa identificou que os eleitores de perfil otimista, apesar de serem críticos com relação à situação do Brasil, mantêm o patriotismo e percebem o voto como uma arma do cidadão. Já o grupo de pessimistas tende a ser contra a obrigação de votar e vivem a experiência de frustração com o voto.

Em comparação com os dados do levantamento feito em 2006, o posicionamento dos cidadãos está mais definido. Antes, um mesmo cidadão ficava dividido entre os sentimentos positivos e negativos diante da realidade.

O comportamento segmentado em dois grupos predominantes é confirmado quando avaliados os dados sobre o significado do voto para os participantes da pesquisa. De acordo com o estudo, o voto tem significado positivo para a maioria. Entre as principais qualidades levantadas estão o poder de mudar, a possibilidade de melhora, a responsabilidade, o direito de escolha e o exercício da cidadania. Mas alguns, em função do ceticismo identificado, atribuem ao voto alguns valores negativos como a obrigação, a escolha baseada na sorte e a sensação de perda de tempo.

Outro sentimento associado ao momento do voto é a insegurança. Dentro da cabine de votação, as pessoas se perguntam se a escolha que fizeram é a mais acertada e se o candidato votado vai corresponder às suas expectativas. Muitos afirmam que ficam emocionados, mas ao mesmo tempo nervosos quando estão em frente a urna. O voto obrigatório foi criticado em todos os grupos. Especialmente eleitores mais céticos e descrentes associaram a obrigatoriedade do voto à ineficiência. A opinião desses participantes é de que na democracia o voto deveria ser facultativo.

Nas regiões sudeste e sul, a maioria acredita que os problemas brasileiros não são responsabilidade exclusiva dos políticos. A conclusão é de que, se o povo escolhe, ele também tem sua cota de participação. Para os entrevistados dessas regiões, falta ao povo consciência, interesse e formação para poder votar melhor. Entre os eleitores dos grupos das regiões norte e nordeste, alguns admitiram ter vendido o voto ao menos uma vez. A prática ainda é comum em alguns locais. No entanto, a noção geral é de que é preciso votar para poder cobrar.


O INVESTIMENTO EM SAÚDE SÃO OS MESMO DE 15 ANOS ATRÁS.



O governo brasileiro investe na área de saúde 280 dolares anuais por pessoa, enquanto a média mundial é de 806 dolares.



Os R$ 50 bilhões investidos pelo governo brasileiro na área da saúde em 2007 e o valor semelhante previsto para 2008 representam o mesmo gasto por pessoa custeado pelo poder público no início da década de 90: o equivalente a US$ 280 anuais por pessoa. O valor está acima da média registrada na América Latina, mas não chega à metade da média mundial de US$ 806 per capita. Considerado o percentual dos recursos investidos em relação ao que os países arrecadam, o gasto brasileiro cai para pouco mais da metade do registrado nos vizinhos latino-americanos.
Os dados fazem parte de um estudo que acaba de ser concluído pela Fundação Instituto de Administração (FIA), ligada à Universidade de São Paulo (USP), sobre investimentos em saúde em seis países da América Latina: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela, considerados os mais relevantes em termos econômicos e populacionais, e com dados disponíveis para serem analisados
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Para Leandro Fraga, um dos coordenadores da pequisa, realizada ao longo de mais de um ano, a estagnação nos investimentos brasileiros é preocupante, diante do processo de envelhecimento da população observado no período e previsto para as próximas décadas.O levantamento aponta que em 1990 as pessoas com mais de 60 anos de idade representavam 13,3% da população do país. Em 2020, serão cerca de 24% dos brasileiros.

“Considerar que o investimento não aumentou nestes 15 anos e que neste período a população definitivamente envelheceu, sugere fortemente que a gente esteja sub-atendendo certos tipos de doenças”, avaliou Fraga, ao lembrar que o avanço na idade da população acarreta o crescimento de problemas de saúde como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes, artrite e câncer, exigindo investimentos maiores.
Ele destacou, no entanto, que o novo cenário exige, além da ampliação do aporte de recursos, mudanças na gestão do sistema de saúde do país que permitam melhorar a eficiência na aplicação do escasso dinheiro público.

“A gente vai precisar de mais investimentos no futuro, isso é certo. Mas simplesmente colocar mais dinheiro dificilmente resolve os problemas. Na hora de aumentar o investimento é muito importante que isso seja feito de maneira criteriosa. O aporte de recursos é condição necessária, mas não suficiente, pois a nossa carência mais latente está relacionada à gestão” afirmou.
Segundo Fraga, a comparação com os outros países avaliados no estudo mostrou que embora aplicando o mesmo valor per capita em saúde, o Brasil tem apresentado os piores resultados do grupo em indicadores básicos, como a mortalidade infantil e a expectativa de vida.

“Se a gente investe um número semelhante à média da região e os nossos indicadores são consistentemente piores, há alguma coisa errada sobre a forma como estamos gerindo esses recursos. O resultado dessa aplicação, do ponto de vista prático para a população, está aquém do que deveria”, avaliou.
De acordo com professor, os gastos em saúde vêm aumentando praticamente em todo o mundo nos últimos anos, tanto em função do envelhecimento da população, como pela incorporação de novas tecnologias. Entre os países latino-americanos pesquisados, no entanto, só o México ampliou os investimentos do início da década de 90 para cá, enquanto os outros mantiveram a mesma faixa de gastos per capita. Fraga explicou que além de aumentar em mais de US$ 100 por pessoa os recursos aplicados, o México vem incorporando no seu sistema de saúde uma filosofia de avaliação do desempenho das políticas e da qualidade da saúde pública, que representa um avanço do ponto de vista regional.No caso da Argentina, o estudo aponta queda considerável nos gastos mas, segundo Fraga, essa queda reflete a desvalorização cambial registrada no país entre 2001 e 2002, mas não redução real do ponto de vista da moeda local.

Procurada diariamente durante uma semana, a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde informou que não havia gestores disponíveis para comentar os problemas de gerenciamento e investimentos apontados no estudo da USP.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

ATUALMENTE 12 PAÍSES EM TODO MUNDO IMPEDEM TOTALMENTE A ENTRADA DE IMIGRANTES OU TURISTAS PORTADORES DE HIV.



O caso mais polêmico é dos Estados Unidos, onde os turistas com Aids ainda precisam esconder a doença se querem entrar no país mesmo como turistas.



O Brasil vai liderar as negociações internacionais para tentar acabar com as restrições de viagens para portadores do vírus da Aids. Atualmente, doze países em todo o mundo impedem totalmente a entrada de imigrantes ou turistas com a doença e a Organização Mundial da Saúde (OMS) quer acabar com essa situação. O caso mais polêmico é dos Estados Unidos, onde os turistas com Aids ainda precisam esconder a doença se querem entrar no país mesmo como turistas.

"A Aids não é uma doença que se transmite pelo ar, como a SARS. Portanto, não há motivos para que as restrições existam e a Aids não pode ser tratada como apenas uma questão de segurança nacional", afirmou Mariangela Simão, diretora do Programa de Combate à Aids do Ministério da Saúde. Ela será a escolhida para liderar o processo na OMS relacionado especificamente à entrada de turistas em países. O governo filipino será o coordenador do grupo que irá debater a questão da entrada de imigrantes.

"A idéia é que recomendações sejam apresentadas em seis meses para que o tema seja levado à Assembléia Geral da ONU", contou Mariangela. No total, 72 países, entre eles o Brasil, não aplicam restrições. Mas outros 62 países não autorizam vistos de residente para aidéticos.

Nos Estados Unidos, a lei é do começo dos anos 90. Mas até hoje não foi revista. Nesta segunda-feira, 25, na primeira reunião do grupo que irá fazer as recomendações à ONU, o governo de Washington garantiu que algumas mudanças devem ser anunciadas neste ano. Uma delas seria a de que o portador do HIV poderia entrar nos Estados Unidos se provasse que sua doença estava estabilizada. "Esse é um compromisso do presidente George W. Bush", afirmou o representante americano Colin Mcliff.

Para especialistas, essa mudança não é suficiente. "O que os americanos fazem é criminalizar os doentes", atacou a especialista Nancy Ordover, da entidade Gay Men's Health Crisis. Para Mariangela Simões, há praticamente um consenso internacional de que o que os Estados Unidos fazem é um "desrespeito aos direitos humanos". Outros países que adotam a restrição são Arábia Saudita, Sudão, Brunei e Líbia. A China também aplica a restrição. Mas Pequim anunciou que espera acabar com a lei até meados do ano.

Para os especialistas, não há qualquer prova de que a restrição ajuda a combater a doença. "O que vemos é exatamente o contrário. Os imigrantes não podem dizer que são portadores do vírus e acabam sofrendo mortes prematuras", disse a brasileira. Ela relata os inúmeros casos de brasileiros que precisam esconder seus remédios em outros frascos para viajar aos Estados Unidos e mesmo deixar de tomar a medicação durante o período em que estão em território americano para não levantar suspeitas. "Isso não é apenas uma questão de soberania. É um assunto internacional", afirmou.

Um dos temores dos países ricos é de que, sem restrições, uma leva de soropositivos tentassem se mudar para os países onde o acesso aos remédios é gratuito. Na prática, isso acabaria causando sérios problemas para o sistema de saúde. Mas ela garante que esse argumento "não passa de um mito". "O governo brasileiro distribui remédios para os portadores do vírus e nem por isso estamos sendo invadidos por bolivianos ou paraguaios", afirmou a representante brasileira.

O governo brasileiro, porém, admite que começará a negociar uma harmonização de regras com oito governos da América Latina que não dão visto de residência portadores do HIV, entre eles a Argentina, Paraguai e Cuba. "Vamos debater com os governos latino-americanos uma solução para isso", afirmou a brasileira.

FONTE - http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid130245,0.htm

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

UM PASTOR AMERICANO DESAFIA SEUS SEGUIDORES A FAZER SEXO TODOS OS DIAS.




Pastor convoca fiéis para maratona de sexo.




Um pastor americano da Flórida chamou os seguidores casados para um desafio: fazer sexo todos os dias por um mês. O chamado seria uma variação da abstinência sexual por um mês.

De acordo com o site Ananova, Paul Wirth, líder da Igreja Relevante, de Ybor City, afirma que pretende diminuir a alta taxa de divórcios através da maratona. "Quando somos solteiros, estamos procuramos sempre por sexo, mas na vida de casado, por algum motivo, as relações diminuem com o tempo."
A Igreja se descreve como casual, contemporânea e cristã. Seus serviços são destinados a "profissionais urbanos e jovens famílias." O pastor Wirth usou recentemente o filme Shrek Terceiro para explicar "o que acontece quando confiamos em Deus".


sábado, 23 de fevereiro de 2008

FOI COMPROVADO O PONTO G EXISTE!!!!!!


Cientistas italianos afirmam ter realizado, pela primeira vez, ultra-sonografias que comprovam a existência do ponto G - uma área que, quando estimulada, pode proporcionar às mulheres orgasmos intensos.

No estudo, publicado na revista New Scientist, o ginecologista Emmanuele Jannini afirma que, até agora, havia poucas evidências sobre a existência do ponto G, que ficaria localizado entre a vagina e a uretra.
Segundo o ginecologista, os exames inéditos revelaram claras diferenças anatômicas entre mulheres que disseram ter atingido orgasmo vaginal e outras que não vivenciaram a experiência. Este tipo de orgasmo é atingido pelo estímulo da parede vaginal, sem a fricção simultânea do clitóris.
Nos testes, os especialistas realizaram um ultra-som para visualizar a uretra e a vagina de nove mulheres que tiveram orgasmos vaginais envolvendo o ponto G e de outras 11 que nunca sentiram o ápice do prazer sexual nesta região. Os exames das mulheres do primeiro grupo acusaram um claro espessamento do tecido uretrovaginal, que seria associado ao orgasmo vaginal.

Incapacidade de orgasmo

Para Jannini, a descoberta "significa que mulheres sem qualquer sinal visível do espessamento desta área (que se convencionou chamar de ponto G) não são capazes de ter orgasmo vaginal". "Pela primeira vez, é possível determinar por um método simples e barato se uma mulher tem o ponto G ou não", diz Jannini.
O médico já havia encontrado pontos relacionados ao aumento da função sexual na área entre a vagina e a uretra. Esses locais liberariam a PDES, uma enzima que, nos homens, processa óxido nítrico e possibilita a ereção. No entanto, a equipe não havia conseguido ligar a presença desses pontos ao orgasmo vaginal.

Polêmica

O estudo gerou controvérsias. Alguns especialistas desafiam a teoria de que mulheres que não atingiram orgasmo vaginal não têm o ponto G. "O estudo é intrigante, mas não significa necessariamente que mulheres que não têm orgasmo não têm o ponto G", diz Beverly Whipple, da Universidade de Rutger, de Nova Jersey - que, junto com uma equipe de médicos, cunhou o termo ponto G em 1981.
Estudos conduzidos pela equipe americana sugerem que todas as mulheres descrevem alguma espécie de sensibilidade na área onde o ponto G estaria localizado.
Whipple diz que o próximo passo é pedir às mulheres que se estimulem sexualmente e repitam os exames, já que a área pode inchar com a pressão física. "Futuros exames poderiam revelar que todas as mulheres têm o ponto G", diz a pesquisadora
.

FONTE - http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2485918-EI8147,00.html

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A PRÁTICA DO SEXO COMO EXERCÍCIO FAZ COM QUE AS PESSOAS VIVAM MAIS.


O Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) do Reino Unido informou em seu site que a atividade sexual encarada como exercício pode diminuir o risco de ataques cardíacos e fazer com que as pessoas vivam mais.


O NHS disse que a endorfina liberada pelo orgasmo estimula o sistema imunológico, pode ajudar a combater doenças como o câncer, e é bom para evitar rugas. No entanto, especialistas em saúde sexual dizem que nada disso pode ser provado cientificamente.

"É bom ver que o NHS está promovendo o bem-estar sexual", disse a médica Melissa Sayer ao jornal The Guardian. "Há evidências de que o sexo seja bom para a saúde, mas ligá-lo ao combate ao câncer parece exagerado", afirmou.
O site da NHS diz que o conteúdo está "apoiado pela ciência e por evidências clínicas". O artigo é um dos tópicos ligados ao sexo encontrados no site. "Sexo com um pouco de imaginação fornece um preparo digno de um atleta", diz o texto.
"Sexo usa todos os grupos musculares, faz com que o coração e os pulmões trabalhem forte e queima cerca de 300 calorias por hora". Além disso, o site diz que o aumento da produção de endorfina "vai fazer o seu cabelo brilhar e sua pele ficar lisinha".
Fonte - http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2410829-EI298,00.html

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

PADRES PEDEM O FIM DO CELIBATO.



Brasileiros levarão ao papa documento sobre alternativas para a vida religiosa e tolerância com segundo casamento.


O documento final do 12º Encontro Nacional de Presbíteros, encerrado ontem no Mosteiro de Itaici, município de Indaiatuba (SP), propõe ao Vaticano a busca de alternativas para o celibato sacerdotal - o que significaria a ordenação de homens casados e a readmissão de padres que deixaram suas funções para se casar. Aprovado por 430 delegados que representavam os 18.685 padres das 269 dioceses brasileiras, onde trabalham em 9.222 paróquias, o pedido será enviado à Sagrada Congregação para o Clero, em Roma, atualmente presidida pelo cardeal d. Cláudio Hummes, ex-arcebispo de São Paulo.

Os padres pedirão também à Santa Sé "orientações mais seguras e definidas sobre o acompanhamento pastoral de casais de segunda união", os católicos que se divorciaram e tornaram a se casar. Unidos pelo casamento civil, esses fiéis podem participar da vida da Igreja, mas não podem se confessar nem comungar.As duas reivindicações contrariam normas em vigor na Igreja que, conforme d. Cláudio afirmou no plenário do Encontro de Itaici, a Igreja não tem a intenção de alterar. Os padres não sugerem a abolição total do celibato, que continuaria sendo uma opção, por exemplo, nas ordens e congregações religiosas, mas que haja outras "formas de ministério ordenado".


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A Igreja restabeleceu o diaconato permanente, que é exercido por homens casados. Os diáconos podem pregar nos templos e administrar sacramentos, embora não todos. Batizam, dão a unção dos enfermos e fazem casamentos, mas não celebram a missa nem ouvem confissões, privilégios exclusivos dos sacerdotes. Outra reivindicação ousada do documento aprovado pelo Encontro de Presbíteros refere-se à nomeação de bispos. Proposta a ser encaminhada à Congregação para os Bispos pedirá uma revisão das nomeações "dentro de um espírito mais transparente, democrático e participativo junto dos presbitérios, dioceses e regionais da CNBB" (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).A escolha dos bispos, que são nomeados pelo papa, é feita sob sigilo pelo núncio apostólico, representante diplomático da Santa Sé. Ele envia a Roma uma lista tríplice, depois de consultar os titulares de dioceses da região em que o escolhido vai servir.

Os padres querem ser ouvidos nesse processo. Dentro do espírito da 5ª Conferência do Episcopado da América Latina e do Caribe, que se reuniu no ano passado em Aparecida para discutir o tema Discípulos e Missionários de Jesus Cristo, os padres chegaram à conclusão, em Itaici, de que precisam sair das paróquias para ir ao encontro dos fiéis, a começar pelos católicos que abandonaram a prática religiosa. As paróquias, dizem os padres, devem renovar sua estrutura para ser menos burocráticas.

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SANTOS BRASILEIROSO documento reivindica ainda que a Congregação para a Causa dos Santos encaminhe "os processos de beatificação e de canonização de padres e bispos brasileiros que seriam de grande estímulo para a vida e o ministério presbiteral". Entre outros candidatos a santo, o texto cita Padre Cícero Romão Batista, d. Hélder Câmara e d. Luciano Mendes de Almeida. O novo presidente da Comissão Nacional dos Presbíteros, padre Francisco (Chico) dos Santos, eleito em Itaci para um mandato de quatro anos, sugere uma redistribuição de padres entre as dioceses para atender as comunidades onde eles estão faltando. Ordenado há 32 anos, padre Chico é pároco em Muzambinho, no sul de Minas.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

NA BR 174 EM RORAIMA APARTIR DAS 18 HORAS BRASILEIROS NÃO PASSAM, MAS O ACESSO É LIVRE AOS AMERICANOS, EUROPEUS E JAPONESES.

A frase acima parece um absurdo. Entretanto não é. Denúncia afirma que os índios Waimiri-Atroari mantém contato com estrangeiros.

Recebemos um email-denuncia sobre o caso que foi divulgado no Jornal Nacional, Rede Globo, do dia 13 de fevereiro de 2008. O governo de Roraima vai entrar na justiça para por fim ao bloqueio da Br-174 feito pelos índios Waimiri-Atroari que estam causando prejuízo à sociedade pois a interdição dura 12h. A baixo está o e-mail na íntegra:(No final tem um link dessa reportagem da Globo)


A PRÓXIMA GUERRA


Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.

"As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (Br - 174 , liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.



Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...

Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:

'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.

A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares. Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO. Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa??? Acho que sim."
Veja aqui a reportagen na integra do jornal nacional sobre esse assunto.
Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP - USP

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

SEGUNDO ESTUDO, A VIDA SEXUAL DE UMA MULHER PODE MELHORAR E MUITO COM O USO DO SALTO ALTO.




Um estudo feito por uma cientista italiana indica que usar sapato com salto de até 7 cm pode ajudar a relaxar e a fortalecer os músculos da região pélvica relacionados ao orgasmo.


Maria Cerruto, urologista da Universidade de Verona, examinou durante dois anos 66 mulheres com menos de 50 anos e que ainda não estavam na menopausa para entender a relação entre as diferentes partes do corpo e a região da pélvis.

Os testes foram feitos com mulheres em pé e paradas. A pesquisadora percebeu que, ao colocar as mulheres em um plano inclinado oscilante, que simulava o uso do sapato de salto alto e variava o grau de inclinação, surgiam diferentes tipos de reflexo na região pélvica.

O estudo demonstrou que usar salto pode provocar o relaxamento da musculatura pélvica, levando a uma contração melhor daquela área.

"Da mesma forma que há ligação entre uma alteração da mandíbula e a postura, do ponto de vista urológico uma diferente posição do tornozelo pode influenciar a atitude do pavimento pélvico", explicou Cerruto.

Os músculos desta região são conhecidos também como os "músculos do prazer" porque estão diretamente envolvidos no orgasmo.


ALTURA
De acordo com a pesquisa, publicada na revista especializada inglesa "European Urology", o efeito positivo não é maior se o salto for mais alto --é preciso considerar a relação entre o tamanho do pé e a altura do sapato.

"O salto não deve ser superior a 7 cm, isto é, deve haver uma inclinação da articulação de cerca 10º ou 15º, porque é preciso que o paciente esteja confortável. Um salto de cerca de 4 cm ou 5 cm seria o ideal, encontrando um meio-termo entre o bem-estar do pavimento pélvico e o do paciente como um todo", explica Maria Cerruto.

A pesquisadora, de 34 anos de idade, diz que gosta de usar salto alto. Preocupada com informações, nem sempre comprovadas, que ligavam o uso de sapatos de salto a males como a esquizofrenia, ela resolveu procurar algo de positivo no uso do acessório.



"Até agora avaliamos especificamente a esfera sexual, mas sabemos que o uso do salto pode ter efeitos nesta área [da pélvis], com implicações em tudo que se relaciona com a funcionalidade pélvica, como dor, prazer, orgasmo. Seguramente influencia, mas não sabemos ainda exatamente em que termos", afirmou a urologista.

Segundo a estudiosa, as mulheres não têm facilidade para fazer exercícios específicos e estimular esta área do corpo. A seu ver, o uso do salto poderia ser uma solução.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

ACESSAR A INTERNET PELA REDE ELÉTRICA JÁ É POSSÍVEL AQUI NO BRASIL.





Transmissão de dados e voz em banda larga por meio da rede de energia elétrica já é possível.



A inovação do Gigaset HomePlug AV200, para o Brasil. Este equipamento, da Siemens, possibilita transmissão de dados de imagem, IPTV e internet de um computador para outro sem a necessidade de instalação de fios e configuração de aparelhos, utilizando a rede elétrica para essa propagação.
O Gigaset HomePlug AV200 é composto por um par de aparelhos com medidas de um pequeno adaptador (10,6 cm de altura x 7,2 cm de largura x 3,3 cm de profundidade). Apresenta configuração plug&play, sendo instalado da seguinte forma: o primeiro aparelho é conectado na rede elétrica e no modem, pois ele será o responsável por converter o sinal de internet possibilitando o tráfego via eletricidade. O segundo aparelho é conectado na tomada elétrica onde o outro computador receberá o sinal convertido em internet novamente.Cada ponto de energia instalado em uma edificação se converte automaticamente em um ponto de rede, tornando-se a forma mais prática de conectar equipamentos que estejam em cômodos diferentes. De acordo com o fabricante, a tecnologia oferece alta taxa de transmissão, podendo chegar a 200Mbps, com conexão segura e qualidade de serviço. Os dados transmitidos são criptografados e permanecem em rede local, não ultrapassando a extensão elétrica de onde estiver instalado. Além disso, coexiste harmonicamente com outros aparelhos domésticos sem que haja ruído ou interferência, pois utiliza faixa de freqüência diferenciada de 2 - 34Mhz. Posso adiantar que o preço de venda, sugerido pelo fabricante, é de R$ 899,00.

Fonte - http://www.jblog.com.br/mobilidade.php


NOVAS REGRAS DA TELEFONIA CELULAR.


Veja as modificações estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações.


As modificações, visam adaptar o atendimento das companhias telefônicas ao Código de Defesa do Consumidor.
De acordo com o gerente de Regulamento de Serviços Móveis da Anatel, Bruno Ramos, o novo Regulamento do Serviço Móvel Pessoal traz como grande diferencial a melhoria das explicações sobre os direitos dos usuários. Para ele, o antigo regulamento, que vigorava desde 2002, continha muitos direitos, mas era falho nas opções que o consumidor tinha para recorrer e ser atendido em suas demandas.
“O usuário não tinha, por exemplo, meios de exigir ser atendido em cinco dias. Foram feitas então mudanças para o melhor acompanhamento das reclamações. Outra mudança significativa é sobre o cancelamento. Em 24 horas, o usuário deverá ser atendido no seu pedido”, explicou.
O pedido de cancelamento, de agora em diante, poderá ser feito em qualquer loja autorizada e não apenas pelo atendimento telefônico, como somente era permitido pelas atuais normas.
Além dessas mudanças, começa a valer também hoje a obrigatoriedade de as operadoras oferecerem créditos pré-pagos com validade de até 180 dias. Hoje, elas oferecem no máximo 90 dias de prazo. As empresas terão também o dever de revalidar os créditos antigos toda vez em que o celular for recarregado.
“Por exemplo, se eu tiver R$ 10 de crédito que vencem amanhã, e eu inserir novos créditos com validade de 30 dias, os R$ 10 antigos também terão esse prazo. Isso permite que o usuário renove sempre os seus créditos, no momento que quiser”, explicou.
O usuário que ficar sem créditos continuará recebendo chamadas de outros telefones ou poderá realizar ligações a cobrar por um prazo de 30 dias. Depois desse prazo, todos os serviços serão bloqueados, com exceção das ligações gratuitas de emergência – Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, polícia e ambulância.
Com relação aos pós-pagos, Bruno Ramos disse que as empresas serão obrigadas a informar um número de protocolo para o acompanhamento das reclamações. “Caso as empresas não resolvam o problema, com o número do protocolo o usuário pode ligar para a Anatel, que irá verificar porque ele não foi atendido no prazo regulamentar”, disse.
Segundo o gerente da Anatel, as mudanças não acarretarão acréscimo algum na conta do usuário. “No meu ponto de vista, pode haver até uma diminuição, porque as empresas a partir de agora vão precisar brigar mais para manter os seus usuários. Nesse sentido, a qualidade vai aumentar e os preços poderão baixar”.